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em Criciúma | Terapia Gestalt para Ansiedade e Depressão
Conteúdo para ler, ouvir e assistir:
presença que acolhe, reflexões que inspiram, passos que transformam.


Você tem medo de que?
Uma das características fundamentais á sobrevivência da espécie humana, é o medo. O medo muito provavelmente tenha sido desenvolvido como forma de nos protegermos dos perigos que viemos enfrentando desde os primeiros estágios do que hoje é o HOMO SAPIENS, ou seja, como somos hoje: “homens sábios”. Gostaria de fazer um exercício de reflexão e para isso vamos buscar na biologia básica um conceito fundamental das células, que é a irritabilidade ou excitabilidade, que é a capacid

André Rodrigues
3 min de leitura


A distância entre o discurso e a prática…
Entre o discurso e a prática muitas vezes observamos um abismo que só pode ser transposto com o que costumo chamar de 3P (Paciência, Persistência e perdão). O perdão talvez seja o mais importante, pois somos seres imperfeitos, impermanentes, ego-centrados e excessivamente defensivos de nossos padrões, crenças e ideias. Somos seres fragmentados, interna e externamente. Internamente para nos adequarmos a realidade imediata que exerce pressão para que nos juntemos a “massa” heg

André Rodrigues
2 min de leitura


Tem um clima de tristeza no ar.
A tristeza é uma emoção pouco aceita. Neste dia, nestes tempos, os temas de quem tenho encontrado me lembram o filme “Divertida mente”. Nele a tristeza, tão rejeitada, tão desdenhada, tão subestimada, é quem tem importante papel para que o conflito vivido pela Riley (protagonista) seja superado. Ignorar a tristeza geralmente não é um bom caminho. Sentir. Deixar que passe. Ela também passa. A tristeza é como uma febre, nos diz que algo está errado. Não ignoramos a febre. Cuida
Dipaula Minotto da Silva
1 min de leitura


O sofrimento não é inevitável!
A maioria das pessoas tem o costume de protelar ações que podem diminuir e muito, a tensão e o desconforto que possam estar vivenciando. Que está normalmente relacionada a dificuldades de dizer não, de colocar limite nas pessoas e situações que possam estar contribuindo ou gerando esse desconforto. Isto acontece, ora pelo medo que temos das consequências do limite que possamos colocar, ora por pensarmos que não temos opções, ou mesmo por não conhecermos de forma suficiente

André Rodrigues
2 min de leitura


A alegria…
Gosto de escrever sobre as emoções, pois (sem novidade nenhuma) evidenciamos as dificuldades em reconhecê-las, nomeá-las e gerenciá-las Escrevi em outras postagens sobre raiva, medo e tristeza. Hoje quero escrever sobre a alegria. Primeiro, diferencio aqui a alegria (emoção genuína) de aparência feliz. No contexto social atual, a alegria na essência precisa ser reconhecida, porque pouco ou nada tem a ver com stores da moda. Não há livro de autoajuda, receita… não há 10 lei
Dipaula Minotto da Silva
2 min de leitura


Raiva: usina de energia — o que você faz com a sua?
De longe, a raiva é a emoção mais negada, mais rejeitada, mais escondida. Diariamente, nos atendimentos de psicoterapia, na sala de aula, nos trabalhos com grupos e nas relações de modo geral eu a vejo, ela está lá — mas apenas no “outro” (dizem). Talvez, assim como eu, você tenha crescido entendendo que a raiva é um sentimento ruim. Ouvi muitas vezes “é feio sentir raiva”. Talvez, você tenha sido encorajada/o, a expressar sua raiva, colocar os limites necessários. Talvez, vo
Dipaula Minotto da Silva
3 min de leitura
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